quarta-feira, maio 04, 2011

No restaurante do Chacal a Revolução tem um sabor fenomenal

Mais ou menos pela hora de almoço uma senhora com um ar muito sabedor pontificava num dos canais de notícias acerca da morte do Bin Laden e das questões dos inimigos públicos, dos terroristas, etc. 

Blá blá blá nos anos 70 e 80 tivemos o caso do chácál. E a entoação foi chácál não como em chacal, a bicheza canídea mas como em Chakall, o cozinheiro argentino radicado em Portugal; e, nisto tudo, queria dizer Carlos, o Chacal, o senhor venezuelano que nem se chamava Carlos e até tinha um nome mais soviético, e que foi um ganda maluco em 1975 e acabou fugido um porradão de anos. 

É o que dá pôr uma tia qualquer a fazer comentário político. Não só é finíssimo dizer chácál com as vogais todas abertas, ignorando a importância dos canitos selvagens como, em corrigida, ainda seria cachopa para achar que não era uma gaffe importante, que os que nasceram lá nos países dos moderadamente castanhos são todos iguais, ninguém nota. 

Fica o apoio visual:

Amiga,


é diferente de 


que na Natureza se encontra sob a forma de  


e, no caso do primeiro, está relacionado com


Estamos entendidas? 

Karvela

1 comentário:

Susana Brandão disse...

Protesto!
Esqueceu de mencionar o CháKál (com K porque me soa melhor!)- personagem da Marvel Comics, inimigo do Homem-Aranha! (Acrescente lá esse pontinho de cultura, querida.)







Vês???! Eu leio esta "merda" e até sou uma pessoa interessada em contribuir com pequenas ideias enriquecedoras para a nossa bidinha "triste"!