quarta-feira, novembro 17, 2010

I refuse!

Imaginemos que um dia sai dos refegos uterinos uma mini Karvela ou um mini kramer. Imaginemos que saem três ou doze, ando por aí zombificada, com privação de sono. Agora imaginemos que me esqueço de qualquer convenção social e negligencio a higiene pessoal e acabo por pifar de tal modo que passo a ser conhecida  como Aquela-Desgrenhada-Que-Grita-No-732-Para-Santa-Maria. 

Mesmo assim não concebo a ideia de um dia utilizar a palavra mamada em contexto de amamentação. É que depois as frases saem todas como esta da Rita Mendes na TVmais.




Quando a expressão surge -  e, meus bidés, acreditem, surge mais vezes do que seria socialmente aceitável - acabo sempre a aguentar a gargalhada, perante uma plateia de gajas, normalmente já mães, que insistem em dizer "Que mal tem a palavra mamada?" *pfffffffffffffffffttttttttggggggg* "Só pensas em coisas porcas, Clara!" *gnnnnnnnn mamada*...


'Queres uma mamada?' só se deve usar numa situação e envolver crianças nunca é certo. Nunca!

Karvela 

4 comentários:

Anónimo disse...

Tu és doente, és muito doente!
Ana Isabel Gândara

Ana Margarida disse...

LOLOLOL Adoro-teeeeeee!

Mariam disse...

Agora imagina que tiveste quatro. Um de cada vez. E que, de todas as vezes, tiveste que ouvir: "Hora da mamada!", "A que horas é a mamada da noite?" ou então, refinadíssimo: "Quanto tempo dura cada mamada das suas?". Ehhh... de responder: "Depende da gula com que a coisa se dá".

olga disse...

Partilho da tua opinião. Eu nunca na vida usei essa expressão. Preferi sempre...."amamentar" e mais tarde "dar o biberão".