sexta-feira, janeiro 22, 2010

Jesus hates me in very specific places

Já melhorzinha dos mucos e afins, estou em casa hoje para trabalhar num texto que tenho que ter pronto no início de Fevereiro. Mas depois de almoço sabe sempre bem ir dar uma volta com o Óscar. Lá fomos nós, o tarado do cão a carregar pedras gigantes na boca e eu a fazer uma power walk para ver se os pulmões se fortalecem.

Chego ao fim da viagem, onde estão as chaves? Dou a volta de novo, nada de chaves. Regresso a casa, levo as chaves do meu pai e, como eu sou a pessoa mais sortuda do Universo conhecido, um senhor que andava a fazer a sua própria power walk tinha apanhado a chave e vinha mesmo a regressar da caminhada quando eu estava a regressar ao local do crime. E pronto, tenho a minha chave de volta.

Não me queixo porque, com a minha propensão para o desastre, se não fosse sortuda já estava falecida, mas não deixa de ser curioso que tenha sido nas mesmas circunstâncias e no mesmo local do que este episódio, resolvido minutos depois. E noto agora que também na altura usei a expressão "local do crime".

Portanto só posso depreender que Jesus me odeia em locais específicos. Naquela estrada e nas ancas, por exemplo.

Karvela

1 comentário:

Mariam disse...

Prontos, agora só te falta perderes o porte-moné nesse percurso oscarizado, que é para completares a santíssima trindade dos bens mais preciosos que uma gaja leva na malinha: as chaves, o telemóvel e o dinheiro. Bota na axila um portemuédas sem valor e sem conteúdo, para o caso de ele não regressar, como os outros dois.