quarta-feira, janeiro 16, 2008

Superbactéria parte 2

Diz o Correio da Manhã:
Uma variante da bactéria Staphylococus aureus, multirresistente a antibióticos, incluindo a meticilina (um dos mais poderosos), já há alguns anos conhecida nas unidades de saúde, começou a aparecer fora do meio hospitalar nas comunidades homossexuais de São Francisco, Boston, Nova Iorque e Los Angeles, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, a publicar em Fevereiro na prestigiada revista científica ‘Annals of Internal Medicine’.


Primeiro... cum catano! Não me lixem! Tinha mesmo que sair nos Annals of Internal Medicine? Annals? Internal? Fosga-se!

Depois, porquê os gáis, pergunta o jornalista a Cristina Costa, pessoa cujo título profissional é demasiadamente longo para ser divertido: "Questionada sobre o porquê da especial incidência nos homossexuais, sugeriu tratar-se de uma população “imunodeprimida e com mais lesões cutâneas”, logo mais propícia ao contágio." - Não percebo muito bem porque é que a população homossexual é imunodeprimida e tem lesões cutâneas. Eles põem a pilinha no rabinho, não andam com ela tipo chicote a lesionar a cútis de outrém. E as meninas que gostam de meninas? São imunodeprimidas? Só se for porque têm que lidar com dois períodos por mês na mesma casa!

"Os autores do estudo chamam à nova estirpe USA300 e concluíram que o risco não está relacionado com o da sida, apesar da transmissão ocorrer por via sexual. A maioria das infecções localizou-se nas nádegas, órgãos genitais e períneo."- Ainda pior: então porquê a ênfase nos homens sexuais? E um grande nojoooooooo para a palavra períneo. É um sítio de cheiros vários. Ouvi dizer.

Karvela (a parte 3 vai ser quando começarem a aparecer comentários!)

6 comentários:

Flávio disse...

Seja feita a sua vontade, excelsa divindade humorística da outra banda!
Eu cá acho que a bactéria só ataca gays porque também é rabicha. Só pode!
Mas se a infecção for devida ao sexo anal, vai haver muitas cenas de:
- Ó mulher, vira para cá o "bujom"
- Nã posso, home quinda morro!!!

x-prep disse...

Eu gostei bastante da justificação da pilinha a bater na cútis (q raio é a cútis?), mas a imunodeficiência na população gay é derivada da sida e as lesões penso serem referentes às fissuras anais provocadas pela penetração ou, em caso mais graves, às lesões do Kaposi.

Já agora, o estafilo q referes (conhecido entre nós por MRSA - estafilococus aureos meticilino resistentes em inglês) é banal nas nossas UCI e é tratado cá com vancomicina e linezolide. Nunca ouvi falar de meticilina, inda n deve cá ter chegado.

Se quiseres q explique o processo de contágio na comunidade, tratando-se de uma infecção exclusivamente hospitalar, preciso de outro comentário q este já vai longo demais e eu n te quero aborrecer com as minhas minhoquices

Dreadasister disse...

Annals..... Ahahahahahahhah!
Teve piada, a sério...
Pah, para mim um gay não pode ser, por definição e respeitando a etimologia da palavra, (imuno)deprimido. Nã pode! Um gay é feliz, alegre! Ainda mais agora que se pode gabar que é o alimento preferido de uma superbactéria! Não de uma bactéria qualquer, mas de uma SUPER!...
E para terminar, um dia vais explicar-me porque raio é que lês o Correio da Manhã...

Francisco disse...

Um bocado esquisito isso!!

Coitados(as) dos(as) homossexuais... é só trampa a contribuir para a homofobia :/

Essa de serem uma população “imunodeprimida e com mais lesões cutâneas” deixou-me intrigado... cheira-me a preconceito médico é o que é!

Abraço.

Nuno T disse...

Um pequeno comentário em relação aos ultimos 4... vá, 5 posts:

Welcome back, Karvela!
Já tava com saudades dessa meiguice, dessa alma pura... enfim... desses posts fofos!
:)

Bjs***

Anónimo disse...

Um homem com uma infecção bactéria foi confessar...

O Padre, dentro do confessionário, espreita lá para fora e, vendo o homem, pergunta:

- Meu filho,que o traz por cá?

E, encostando o ouvido à rede do confessionário, ouviu dizer: "comunguei há dez dias, padre". E fez-se silêncio... O padre prosseguiu:

- Mas, meu filho, que é que isso tem?... Dez dias não é assim há tanto tempo!

- O sr. não entendeu, padre. Eu disse: COMO UM GAY HÁ DEZ DIAS.