quarta-feira, novembro 23, 2005

Longe

Estou a ler o Equador. Não estou agarrada, não TENHO que saber a história (como me aconteceu com todos os livros do Dan Brown), mas está a interessar-me muito ler a parte histórica, a pesquisa está aparentemente bem feita e, apesar de sentir que estou a ler um dicionário, é uma boa leitura.
Como faço sempre, li a última página. Ele morre no fim. Não sei se morre novo, velho, doente ou atropelado por uma carroça que carrega cacau. Mas isso levou-me ao pensamento profundo da semana, que se pode generalizar à vida.
O que interessa realmente é o conteúdo do livro, porque no fim toda a gente morre.
Karvela (que agora vai ler um bocadinho)

6 comentários:

Zizzy Dion disse...

que é esta linda menina?

beijokas!

Anónimo disse...

Testei pessoalmente a tua teoria de "no fim todos morrem", na minha fase Camilo Castelo Branco....porque em TODOS os livros dele, as personagens morrem todas....de Amor

Odd

AlIllis disse...

Livro mauzinho.
Os factos históricos só foram definitivamente corrigidos à quinta ou sexta edição.
Os personagens são na sua maioria inverosimeis, em especial o Luis Bernardo que parece mais um liberal do fim do sec. XX do que do séc. XIX.
E podia continuar...

Undisclosed Recipient disse...

Concordo com a falta de densidade das personagens. Quase consigo ouvir o Luís Bernardo falar com sotaque de benzoca do Chiado...

Pedro Duarte disse...

A porpósito de Dan Brown, são sei se a malta está a par, mas o tipo supostamente plagiou um outro tipo.

Dei com o blog do plagiado recentemente : ora fica aqui

http://davincicrock.blogspot.com/

Pedro Duarte disse...

Bolas, é "propósito" e não "porpósito"... sou tecladó-disléxico, mas não (demasiado) inculto.