domingo, setembro 02, 2018
segunda-feira, dezembro 18, 2017
The Last Jedi. MY EMOTIONS!
Após uma visionamentalização, uma, do The Last Jedi, ainda estou a controlar todas as emoções mas, por agora, a pessoa em mim que tem muitíssimos problemas, já escreveu um relambório enorme sobre o filme.
Negativos:
O Finn e Rose têm a plotline mais completamente desnecessária. Conduz a nada e ainda introduz Canto Bight e seu casino. Eu juro que ainda tentei, mas tudo aquilo deu-me tique nujolhos. Ai, o casino, espelho ao contrário da cantina, ai a banda sonora, aquilo está quase lá. Mas 1) Justin Theroux tirou-me da cena porque olha o marido da Jennifer Aniston e 2) Todo aquele planeta lembrou-me as criaturas ultra estilizadas das prequelas, o que continua a ser uma das minhas maiores pechas com os filmes I, II e III.
O Benicio tem uma cringe worthy performance, péssimo, para quê gaguejar, para quê existir, acrescentou ZERO. E, mais uma vez, tirou-me da cena porque é o BENICIO DEL TORO, CARAÇAS!
Snoke. What. The. Fuck. Não se entende de onde vem, para onde vai e que merda fez neste filme. Um super vilão fraquinho, apenas ajudado por uma força imensa, ao contrário de um Palpatine, que era um político, um estratega e, no fim, um dos melhores vilões genuinamente maus, de todos os tempos. Dito isto, cuspi a senhora da frente quando aparece o still do Snoke, falecido, linguinha de fora.
Tanta conversa sobre combustível… porrrrrra! Estive quase a entregar-lhes o meu cartão da Repsol e a explicar que aquilo ao domingo fica-lhes com duplo desconto.
Freiras da ilha. Não.
Entretanto, o ponto de morte cerebral da primeira metade do filme foi a Leia a flutuar, super morta-viva. E eu só pensava "PIIIIIGS IIIIN SPAAAAACE!"
Positivos:
O Yoda voltou e eu chorei e não me envergonho porque sou uma mulher crescida e tenho direito aos meus sentimentos.
A Holdo esteve muito bem mas, como bem me apontaram, seria mais prático ter um fatinho mais operacional.
Lutas com sabres de luz e outras espadas iluminadas são sempre bem vindas.
A origem do blue milk foi, a dois tempos, uma maravilha e um nojo.
Todas as batalhas no espaço foram magníficas e mais do mesmo mas, neste caso, é mais do mesmo que se quer, com uns winks à segunda guerra mundial.
A luta com os guardas do Snoke. Nossa senhora das lutas coreografadas, que beleza visual.
On the fence :
A comunicação entre a Rey e o Kylo. Não odiei… mas também não amei de paixão.
O treino da Rey, na onda dos treinos-buéda-curtos-tipo-o-do-Luke-com-a-exceção-que-o-Luke-não-se-encavalitou-na-Rey-o-que-seria-no-mínimo-desconfortável-e-um-bocadinho-confuso.
Balanço:
Não gostei de hora e meia do filme e tudo o resto daí para a frente foi um camadão de awesome.
Toda a storyline do Finn e da Rose, o planeta dos cães-cavalos, o tempo imeeeeenso que demorou a fugirem do Star Destroyer apenas para, demasiado tempo depois, a Holdo ter finalmente decidido que “olha, bonito bonito é esta nave a abalroar a outra!”.
Mas gostei das descobertas da Rey, gostei da incerteza que o Poe nos deu, continuo a adorar o vilão imperfeito que o Kylo Ren nos apresenta, chorei um bocadinho com as referências à memória da Carrie Fisher (especialmente com a filha verdadeira sempre por perto) e amei (mas AMEI) o fim.
Gosto que a mensagem seja que todos os seres da Galáxia têm a Força, que a Rey não tem que ser de uma dinastia especial (bom, isso ainda está em aberto, a meu ver) e, no entanto, os manuscritos dos Jedi, salvos, dentro da Millenium Falcon; que o pequenino no fim revele aptidão inata, talvez motivado pela Rose e pela esperança que lhe deixa, chamando a si a vassoura que, iluminada pelas estrelas, parece um sabre de luz… sim! Mil vezes sim! Pronto, há uma razão para o plotline Rose-Finn. Duas, se contarmos que a Phasma bye bye-o (cheira-me que também isso está em aberto).
Toda a batalha final em Crait, com um Luke que não me enganou com a barbinha aparada, a entrada vinda não se sabe de onde - bitch, he a Jedi, he can do some crazy shit, a luta com o Kylo, e ainda ter direito à morte poética de um Jedi... pá, pinguinho.
Este fim foi a cereja no topo do bolo, que até tinha umas partes amargas e casca de ovo lá pelo meio, o que dá sempre aquela sensação estranha de “ai foda-se vou apanhar um camadão de salmonela” mas que acaba num high tão high que, se calhar, no fim, até gostei do bolo.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
5:30 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, setembro 11, 2017
Das Bürnik
As pessoas normais chegam ao trabalho depois de uma viagem a pé, de bicicleta, de transportes ou de carro e começam o seu dia, habitualmente, sem incidentes ou sobressaltos.
Eu chego ao trabalho, saio da viatura e apercebo-me que algo cheira intensamente a cocó. Mas não é cocó caseiro, é um cocó daquele que, na minha terra, se chama bernique, burnico, brrrrnik, olha, merda. Merda de porco e de vaca, tudo junto, numa harmonia fedorenta que só os/as habitantes de uma terra particularmente dada a porquedo, vaquedo e terra bem estrumadas conhecem e amam.
Ponho a cabeça dentro do carro, cheira a cocó. Tiro a cabeça do carro, não cheira a cocó. Repito diversas vezes. Sapatos limpos, tapetes limpos. Repito outra vez.
Olho para a maçaneta da porta de trás e parece-me vê-la riscada. E nisto já a mão se tinha dirigido ao risco. E na fracção de segundo em que a mão demora a chegar à maçaneta, na minha cabeça passa o filme - obviamente mais lento do que a velocidade da mão - "Ai, queres ver que eu raspei o carro? Mas onde? Espera, isto não é raspado, isto é sujo. Ai aquele carro de transporte de porcos que eu ultrapassei na ponte e que estava a deitar caca.......".
Os meus ouvidos zumbiram enquanto dois dedos pousavam alegremente numa substância preta, de consistência duvidosa e cheiro intenso.
Na esperança que fosse apenas massa consistente com cheiro a fezes, retomei a vida de cabeça erguida. Já lavei as mãos seis vezes, que no meu trabalho há água e detergente. Podiam era disponibilizar aguarrás e um fósforo.
Karvela
Eu chego ao trabalho, saio da viatura e apercebo-me que algo cheira intensamente a cocó. Mas não é cocó caseiro, é um cocó daquele que, na minha terra, se chama bernique, burnico, brrrrnik, olha, merda. Merda de porco e de vaca, tudo junto, numa harmonia fedorenta que só os/as habitantes de uma terra particularmente dada a porquedo, vaquedo e terra bem estrumadas conhecem e amam.
Ponho a cabeça dentro do carro, cheira a cocó. Tiro a cabeça do carro, não cheira a cocó. Repito diversas vezes. Sapatos limpos, tapetes limpos. Repito outra vez.
Olho para a maçaneta da porta de trás e parece-me vê-la riscada. E nisto já a mão se tinha dirigido ao risco. E na fracção de segundo em que a mão demora a chegar à maçaneta, na minha cabeça passa o filme - obviamente mais lento do que a velocidade da mão - "Ai, queres ver que eu raspei o carro? Mas onde? Espera, isto não é raspado, isto é sujo. Ai aquele carro de transporte de porcos que eu ultrapassei na ponte e que estava a deitar caca.......".
Os meus ouvidos zumbiram enquanto dois dedos pousavam alegremente numa substância preta, de consistência duvidosa e cheiro intenso.
Na esperança que fosse apenas massa consistente com cheiro a fezes, retomei a vida de cabeça erguida. Já lavei as mãos seis vezes, que no meu trabalho há água e detergente. Podiam era disponibilizar aguarrás e um fósforo.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
10:42 da manhã
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, agosto 01, 2017
Diz que é o recápe do três
Temporada 7
Episódio 3
The Queen’s Justice
[Vou testar aqui um alinhamento diferente, que os episódios andam saltitões
e eu fico cheia de dores de cabeça!]
Dragonstone
Sete temporadas e três episódios depois, João das Neves e o Ser Davos
finalmente chegam ao Algarve, são recebidos pela Misandria e por Dotráquios que
lhe pegam no barco em peso e levam para o estaleiro. Está tudo bem, é
absolutamente normal.
Chegados à sala do trono, mamam com uma apresentação que parece que estão a
chegar à casa do Rei de Espanha (bienvenidos al chalet de Felipe Juan Pablo
Alfonso de Todos los Santos de Borbón y Grecia) e ainda recebe uma frieza dos
cabrais. Tipo eu-é-que-sou-a-rainha-e-tu-não-mandas. Ai que chata! Tu podes
parir dragões (Parir! Dragões!) e o outro não pode ter visto zombes do gelo?
Chata. *calduço na peruca*
O Pedro Marques Lopes encontra causalmente a Marisandra no topo de um
penhasco. Prudentemente, a Marisandra não quer dar de caras com o melhor amigo
da garota pequena que ela mandou para o churrasco nem com o João das Neves,
depois de lhe ter reanimado o peepee congelado.
Perante a teimosia dos pequenos reizitos, o Tyrion lá faz o seu papel,
super fofinho, entre um e outro, entre o monte e o salão. No fim, a Dany deixa
o João das Neves mineirar e o João das Neves, apesar da frieza, olha para a tia
com ar de quem botava a sonda era noutra gruta.
Num barco qualquer
As diversas casas deixam-me muito confusa e, para entender o brasão na
armadura, não leio a legenda e não entendi nada nesta parte. Sou pessoa simples
do campo. Só deu para perceber que apanharam o Theon na rede e eram Greyjoys
fiéis à Yara. #tafudertheon #éporestaseporoutras #nãotendespila
King’s Landing
O Euro vem a cavalo e o povo está maluco, todo maluco. Traz pela trela a
Hilária, a Terylene a Yara. Nisto, estamos na sala do trono, o Euro bem tenta
voltar a assuntos de casórios, a Cercei agradece muito mas agora não pode
atender a chamada, que tem uma reunião na masmorra. Pespega um beijo
carregadinho de veneno à Terylene e a Hilária que a veja fenecer e depois
decompor-se. Encantadora.
Vemos novamente o Jaime e a Cercei em pleno ato, coisa que já não acontecia
há algum tempo.
Devo, no entanto, fazer aqui um pequeno parêntese sério. Uma mulher, e falo
por mim, quando mata e tortura, fica com a líbido em chamas. E a Cercei, sendo
uma personagem sinistra, no fundo é uma mulher como as outras, no sentido em
que também eu, quando estou muito muito entusiasmada, abeiro-me de meu irmão
maneta e felo-o com esmero. E é por isso que me recuso a comentar mais sobre o
casal de apaixonados que, de tanto amor, atiram crianças de torres, praticam o
bonito ato no velório do filho-sobrinho. #loveislove
Winterfell
A Sonsa ficou a tomar conta da tasca e está a trabalhar, sempre com o
Picanino à volta dela (é TÃO baixinho ao lado da Sonsa que até anda uns passos
à frente para enganar as pessoas), quando dizem “Ó DONA ROSA, A SUA FILHA
CHEGOU DO BRASIL!” e eis senão quando fi-nal-men-te, o All Bran regressa a
casa, ao fim de sei lá quantas temporadas.
Voltou, mas voltou um estupor.
A irmã a fazer perguntas, ele a responder torto. Ai se fosse comigo… “All
Bran, estou a falar contigo, tu não me revires os olhos, tu não entres em
visão! Tu queres parar de me entrar em visão, All Bran? O teu nome não é Corvo
dos Três Olhos, o teu nome é All Bran Filipe de Oliveira e Stark! TU QUERES
APANHAR??”
(quem é que lhe limpa o cocó?)
Highgarden
Os aliados e as aliadas da Dany estão a cair como tordos e como tordas.
Jaime toma Highgarden e encontra-se com a Diana Rigg numa sala que cheirava a
medicamentos, de certeza. Vai matá-la mas faz a coisa com jeitinho e
arranja-lhe um veneno que nem sequer dores lhe vai dar (entre o beijinho à
filha e agora esta cicuta da boa, o Dr. Frankenstein sabe umas coisas que sim
senhor).
E ela olha, obrigadinhes, que amoroso. O veneno que eu arranjei para
matarem o teu filho-sobrinho não era tão positivo. #aiquejámechibei #Olennaout
Notas:
Enquanto pessoa de perna curta fiquei muito exausta com tanto penhasco em Dragonstone.
O Davos é amoroso mas quaaaaase se desbroncava que também o João das Neves é meio zombe. Pschcááááála-te.
O botox que o Samuel aplicou ao Jorah funcionou lindamente e está oficialmente curado.
Próximos capítulos
- All Bran continua a “saber tudo sobre toda
a gente” e Sonsa dá-lhe uma chapada com as costas da mão depois dele ter
relembrado o dia em que ela se cagou toda no meio de Winterfell, depois de
comer umas ameixas quentes.
- Cercei ainda tinha veneno na boca e cai a
pila ao Jaime.
- Dr. Frankenstein arranja uma pila nova ao
Jaime.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
6:46 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, julho 25, 2017
Olhó recápe do dois!
Episódio 2
Stormborn
O tempo está manhoso em Dragonstone e a Dany já está enervada
com o vento e pronta para distribuir fruta. Hoje calhou na rifa aquele pequeno
do Eixo do Mal que está sempre de robe e que no fim lhe jura fidelidade e que é perupovo.
Está a Dany já a ameaçar que taca fogo a tudo quando chega a
Marisandra. Diz que a profecia não tem género, e é assim que nós gostamos dela.
#fightthepatriarchy. O feminismo é coisa para animar a Dany, que pede ao Tyrion
para mandar chamar então o João das Neves e ele que faça o obséquio de
ajoelhar.
A Cercei já reúne tão pouca gente que parece um concerto da
Maria Leal no Pacha de Ofir e é ela a cantar os Dialetos de Ternura e a gritar VOS
AMO DE PAIXÃO! E eles todos “Ó Cercei a gente só te segue porque não achamos
muita piada a estrangeiros e aqueles Dotráquios têm ar de quem vem mamar os
subsídios todos.” Ah, o racismo a unir povos, hoje e sempre.
O pai do Samuel estava entre a multidão de oito e o Jaime
propõe-lhe cargos militares e uma reforma confortável no Algarve (ele disse
sul, eu estou a anhar por férias, por isso é no Algarve e não quero discussões). O Tarly fica balançado mas entra no negócio.
As cenas na biblioteca nacional continuam um fascínio, com o
Mormont todo fudd, e o dótor, que deve ser da caixa, muito desagradável, muito “ó
minha senhora, eu não sou pago para isto”. Eu tinha pedido o livro de
reclamações mas não tenho o problema do Mormont e cada um sabe da sua saúde.
De volta à masmorra fofa da Cercei – porra que este episódio
anda aqui, ali, aqui, ali – o Dr. Frankenstein mostra à kween o que andou a
fazer nos tempos livres: uma bésta para dragões. Eu sou pelo bem, queres fazer
découpage fazes découpage, queres uns amigurumi pois que fazes amigurumi,
queres uma bésta para dragões tu fazes uma bésta para dragões.
Voltamos a Dragonstone, a Dany mostra os planos de combate, estratega,
toda estratega, e fica toda a gente contente. Avance-se, que nós temos dragões.
É só preciso ter cuidado com o pessoal que tem o hobbie das béstas. E do pessoal que tricota, esses também andam a tramar alguma, a vestir as árvores. A Diana
Rigg no fim ainda lhe dá uns conselhos, mormente #youiskween #safodamosgajos #eueradosvingadores
Noutra parte do castelo – diga-se, extremamente bem decorado
para quem acaba de lá chegar – a Misandria vai dizer um xau ao Castratto e ele
beija-a e ela tira a roupa e depois tira a dele e ele “Faz atenção, que eu a
sul da fronteira sou um Ken”. No entanto, já diria o adágio, o garoto está a
dois terços de não ter medo.
Estamos nós a ver uma cena de amor tão bonita quando temos que
voltar ao Jorah. Eu também via cenas de amor muito bonitas contendo o Jorah,
não me interpretem mal. O que eu não aprecio tanto é pus. O Samuel vai curar o
Jorah e só isso é que importa e eu estou a ignorar a nodja que isto foi e la la
la la não vos estou a ouvir.
A Aria já vai toda feita para matar a Cercei – depois de ter
perdido uma excelente oportunidade para matar o Ed Sheeran – e para na estação
de serviço, onde encontra o inefável Hot Pie, que há-de ser ele e as baratas no
fim de Westeros (ou será ele um faceless man? Isso seria fantástico! Vocês
leram aqui primeiro!). Ela come uma tarte, agora com menos recheio de pessoa, e
ele diz-lhe que o João das Neves agora é rei. E ela PEACE! e pira-se para
Winterfell, que se o meu irmão agora fosse rei de repente eu também ia ver se
pingava uns trocos ou uns brincos de ouro ou uma vivenda.
De volta a Winterfell, o João das Neves avisa que vai lá então
ver o que é que a Dany quer e os aliados – uma multidão já não tanto Maria Leal
em Ofir mas mais Agrupamento Diapasão em Santa Comba – não aprecia muito que agora o
boss vá assim ao Algarve, é um desgaste para os cavalos, o dinheiro que ele vai
gastar em portagens não vale a pena e nem tem identificador para a carroça
quando passar na SCUT, depois a conta vai para o castelo e ninguém viu, ninguém paga. A Sonsa também se opõe até o irmão dizer que ela fica a
tomar conta da casa e aí já está tudo bem, não é, Sonsa? Sonsa.
Daí a bocado, o João das Neves entala o Mindinho numa estátua.
A Aria reencontra a Niméria na mata e cheira-me que aquela
matilha ainda vai safar a Aria de boa mais adiante (ouviram aqui primeiro!)
Acabamos numa nota digna de um filme do Michael Bay, aqueles que
não entendes se o transformer é bom ou mau. Está a Yara a ver a vida a andar
para a frente (outra cena de amor à qual eu assistiria com garbo) quando são
abordados por um barco do tamanho de um porta aviões. O Euro e seus homens vão
por aí dentro, o Euro mata as cobras (nada contra), mata homens, mata mulheres, mata duas traves, afiambra-se à Yara, que não
só acabou por ficar a ver navios
como ainda tem que levar com a versão adaptada de dá um beijinho
ao tio.
Eu no fim, mulheres, nem sei o que vos diga do Theon. Entre ser totalmente fdp e
estar com um camadão de coiso pós-traumático, fico entre a pena e o
já-te-afogavas-personagem-inútil. Ou faz alguma coisa ou podia ser o próximo a
não estar cá, boa? Boa?
Aguardo.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
4:27 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, julho 19, 2017
Game of Thrones. Episódio 1 da temporada 7. O resumo.
No facebook, sítio onde os blogues vão morrer, andei, na temporada passada de Game of Thrones, menina para fazer uns recápes cheios
de piada. Agora, possivelmente com menos piada, faço os recápes aqui, que o
povo pede, pede, e eu tipo pá, povo, não, ai, não me enervem, não quero, tá bem.
Temporada 7
Episódio 1
Dragonstone
Isto começa sem genético, o que é coisa para me deixar uuuui
vem aí bosta. Pois que está o caseiro do Harry Potter a botar faladura e eu não
me enganas, Valter Freitas, que fostes todo estraçalhado pela pequena no fim da
temporada passada. Pois que pimbas, era a pequena, em grande domínio daquela
coisa que eles também faziam muito bem na Missão Impossível, que era ter umas
caras de latex e trau afinal sou o senhor dos gelados! Não, trau, afinal sou a
Dolly Parton! Não, trau! E nisto envenena toda a família Freitas e, verdade que
poupa as miúdas, também as deixa com um belo chiqueiro para limpar.
A Meera chega à Muralha com o Bran no trenó. Os gajos da
Muralha levam o puto para dentro e a Meera tipo “tá, agora que eu o puxei pela
neve, agradeço muito estes 200 metros de ajudinha, olha que foda-se.”
Em Winterfell o João das Neves quer mandar tudo o que é
homem, mulher e criança para a guerra e ainda quer que o povo vá fazer de
mineiro. A Lyanna concorda e nós concordamos com ela porque KWEEN. A Sonsa continua
Sonsa e nheee discordo de ti, mano e nheeee vingança e o João fica puto e foi tipo tu queres ver???
O Raúl Meireles, que entretanto ficou encarregue de ir para
lá da Muralha, daqui a pouco faz um cutchi cutchi à Matulona e os manos lá em
cima recebem um corvo da Cercei que diz para o Neves ir lá ao beija-mão e
deixar-se de merdas e ele tá bem deixa e a Sonsa não tenhas cuidado que vais
ver, estás ralado com os zombes, vem a outra e o Frankenstein enfaixa-te a
moleirinha de encontro a um pial.
A Cercei está com o decorador a pintar o chão do hall de
entrada quando recebe a visita do Euro Greyjoy, que a pede em casamento. Coisas
são ditas, sentimentos ficam magoados, ele vai voltar com uma prenda, que ela
só dá fácil ao irmão.
O Samuel está na biblioteca nacional mas, por alguma razão,
na biblioteca nacional também há um refeitório e velhotes a fazer cocó e autópsias e Mormonts carregadinhos de lepra. É
como um daqueles sonhos em que um gajo está na floresta mas duas árvores são
cães gigantes. Ou tens 10 euros na mão mas afinal são cobras que te falam de
amor. O Samuel rouba um livro onde diz onde está uma mina – conveniente – onde se
pode ir mineirar Vidro de Dragão, que mata os zombes e que – convenientemente –
até nem é longe, basta apanhar a linha amarela e trocar no Marquês.
A Arya já vai toda feita, por aí fora, para ir matar mais
gente, quando pára ao lado de um grupo de putos que vão acalmar o pessoal depois do massacre dos Freitas. E ela já a ver a vida a andar para trás mas olha, vai-se a ver e são uns hippies que já estão
fartos da guerra, meu, e a minha mulher acabou de ter um filho, pá, e eu sou o
Ed Sheeran, quê???, come este esquilo e bebe este vinho que fiz com bagas, amiga. E ela tipo tá engarssade seus
pusses, eu vou matar a rainha, boa? E eles lol boa.
O Hound é, como já se desconfiava, um fofinho cheio de emoções que vê cenas
na lareira. O Dennis Pennis é um dos homens sem fronteiras #neverforget
#googleit
A Dany chega a casa, com a squad toda artilhada, e eu já nem
me lembrava que o Stanislau morou lá, todo azedo, era mesmo azedo. Ao lado
vemos – convenientemente – algo muito parecido com o boneco que o Samuel viu no
livro, da mina de Vidro de Dragão. E depois vão todos para dentro, aquilo ainda tem um fosso que sim senhor e uma vez lá dentro vai ver as vistas, e é tudo muito devagarinho e PIMBAS, passa com a mão
por cima da mesa onde o Stanislau coisou a Marisandra e nós tipo ó menina vá
passar um gel de álcool nisso que não há-de ser nada higiénico.
Notas mentais:
Onde é que a Dany arranjou aquelas farpelas de inverno?
O Jamie só tem uma mão mas é tão ou mais dinamarquês que tu, Euro!
Não comer uma torrada durante a cena da limpeza das arrastadeiras.
Karvela
Onde é que a Dany arranjou aquelas farpelas de inverno?
O Jamie só tem uma mão mas é tão ou mais dinamarquês que tu, Euro!
Não comer uma torrada durante a cena da limpeza das arrastadeiras.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
10:50 da tarde
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, dezembro 31, 2016
Feliz Ano Novo
É certo que algo que todos os pais e mães deixam de poder fazer é defecar em paz. Já tenho um cão cuja paciência para esperar pelo fim das tarefas que se cumprem no wc era curta, entrando frequentemente na sala do trono durante o acto mas agora arranjei aqui uma bicheza que tem polegares e, derivado de ser um camião TIR, já tem altura suficiente para aí desde os 2 anos para não permitir que mãe - sobretudo mãe, não entendo - não consiga fazer o chamado cocó e tenha que argumentar enquanto caga, o que é desconcertante.
Karvela - Então??? Isto agora é todos os dias?
Pequeno Camarão - Sim, estou aqui a tomar conta de ti.
Karvela - Tu és tramado, puto...
Pequeno Camarão - E tu és uma puta.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
2:41 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
domingo, dezembro 18, 2016
Padrão floral
Kramer e eu precisamos de muito espaço entre nós. São 17 anos de relacionamento e sentimos necessidade de comprar uma cama com um metro e oitenta de largo.
O problema são os lençóis. Corrijo: o problema são as pessoas que vendem lençóis.
Loja de bairro, daquelas que vende tudo, não nos deixemos enganar por panos da loiça demasiadamente coloridos expostos orgulhosamente à porta da loja e vamos lá para a secção da roupa de cama.
Nós - "Precisamos de lençóis para uma cama de um metro e oitenta por dois metros."
Vendedora - "Muito bem, aqui estão."
Nisto inicia a primeira fase do processo Comprar Roupa de Cama. Esta fase envolve uma pausa que reflete todas as cores do arco-íris em forma de lençol, sobretudo aqueles que derivam em flores. Muitas e muitas flores.
Karvela - "Não tem nada mais discreto?"
Vendedora - "Isto não é discreto?" - enquanto prossegue com a mostra de um padrão floral.
Karvela - "Não. E que tal cores sólidas?"
Vendedora - "Sólidas como?"
Kramer - "Branco, preto, azul..."
Vendedora - "Isso não existe. E que tal este?" - enquanto prossegue com a mostra de um padrão floral.
Kramer - "Isso continuam a ser flores. Queríamos só sem padrão, sabe? Talvez umas riscas, no máximo."
Vendedora - "Riscas...? Mas este não é tão bonito?" - enquanto prossegue com a mostra de um padrão floral.
Karvela - "Não vamos gostar de nenhum com flores, é mesmo uma questão de gosto pessoal."
Contrariada, mostra-nos riscas. Kramer sente que eu já estava a atravessar a ponte da hostilidade e dá-me uma cotovelada tipo "cala-te, mulher, com esta já foste.". Dizemos que esse é menos mau mas não ficamos convencidos e ela prossegue com a mostra de um padrão floral dizendo "Mas este é tão discreto!"
Entramos na segunda - e curta - fase do processo Comprar Roupa de Cama. Esta fase implica conciliação relativamente mal sucedida.
Karvela - "Se calhar, para já, vemos só lençóis de baixo, daqueles elásticos? Tem?"
Vendedora - "Tenho".
E nisto prossegue com a mostra de lençóis de baixo apenas em cores sólidas.
Este texto está aqui há algum tempo, guardado, tranquilo. Na Zara Home encontrámos senhoras que não desejam cuspir-nos na córnea por pedirmos tecido liso mas também deixei lá o meu primogénito como pagamento.
Karvela (e ganhar, consegue-se?)
E nisto prossegue com a mostra de lençóis de baixo apenas em cores sólidas.
Este texto está aqui há algum tempo, guardado, tranquilo. Na Zara Home encontrámos senhoras que não desejam cuspir-nos na córnea por pedirmos tecido liso mas também deixei lá o meu primogénito como pagamento.
Karvela (e ganhar, consegue-se?)
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
6:02 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Drowning
Aposto que já sentiam alguma saudade:
a) de mim
b) das minhas compras online
a) de mim
b) das minhas compras online
Pois que pelo Natal desejei receber todo o rio Tejo e nosso senhor concedeu-me esse desejo sob a forma de uns senhores do Continente que iam falecendo para acartar isto tudo até ao segundo andar.
Karvela, pessoa que entretanto se doutorou e nota-se imenso.
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
5:45 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
domingo, maio 08, 2016
Ele mexe as bebidas com a pila
É com o gáudio de uma adolescente que acaba de descobrir a alegria de dormir com uma almofada entre as pernas que anuncio que na minha zona de residência há um Café do Aires.
Em breve vou lá comprar um corneto e depois já vos digo se a bolacha vem mole, toda mole.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
9:36 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, maio 02, 2016
O Pequeno Camarão usa todos os dias calças de fato de treino descoordenadas com a parte de cima porque who the fuck cares. Ou cenas do star wars porque star wars. Sapatos é mato porque, uma vez mais, estamos a falar de um bebé, ele quer é presunto no chão ou téne com velcro que eu sou pessoa de emoções fracas e não sei se tenho coragem para ter outro filho, quanto mais para atar atacadores. No outro dia deixei que o vestissem mais jeitosinho e no fim, camisa e pullover, calças e boné, parecia um forcado do Aposento do Barrete Verde em dia de folga. Apeteceu-me correr o pai à chapada mas isto é garoto que fica bem com qualquer farrapo e deixei passar. Depois fomos sair. Gastou boa parte do reforço dos sapatos e quase rasgou as calças de ganga. Comeu frango do chão porque lhe caiu da mão e ele pôs na boca e eu tipo tá bem deixa, qualquer dia quero dar-te um prato gourmet e mandas-me enfiar a redução de vinho tinto no cu e eu tipo seu cabrão quando eras bebé até comeste frango do chão e depois pegamo-nos ao puxão de cabelo e eu tenho que culpar o pai tu é que o vestiste à beto uma vez e agora é isto que temos em casa.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:31 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, abril 29, 2016
A minha vizinha que é muito doente
Nós temos uma vizinha que regressou de uma longa estadia noutra localidade. Vivia cá e lá, muito mais lá que cá. Uma vez por ano vem cá para ser operada. Vou ser operada porque é melhor ser cá porque lá há menos condições e por isso vim para cá. Depois ia-se embora para ser operada. Vou ser operada lá porque me chamaram e tem mesmo que ser lá. No ano seguinte regressa, ainda completamente ilesa, para ser operada. Estive à espera e finalmente vão-me operar, venho cá a um especialista. Duas semanas depois ia embora. Afinal não me operam tenho que voltar porque se ficar cá tiram-me da lista de espera do hospital de lá.
Ávida praticante dos Dois Metros Sofá Porta, motivada sobretudo por uma atitude vencedora e pela vontade de ver quem chegou, o que traz vestido, quantos sacos do Continente traz e de que cor ainda é o carro que vira há pouco durante a prova de Cinco Metros Cozinha Porta, motivada sobretudo por uma atitude vencedora e por um ouvido de tísica que só não ouve o que não quer mas ouve a minha prima a pôr a chave à porta às cinco da manhã, era ela que eu bem a ouvi.
Agora diz que essa vizinha voltou para ficar. No outro dia a minha mãe passou por ela. Parece que o marido vem também, para ser operado.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:27 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, abril 28, 2016
Fuck me? Sure!
Há algum tempo passei meio dia a explicar a um doutorado que 200 + 200 = 400 e continuaram a chegar e-mails a pedir esclarecimentos acerca desta equação quântica, quase sobrenatural, diria divina até que parou, saciado por uma reformulação, no sentido de duzentos mais duzentos é igual a quatrocentos, assim sim, está mais explicado.
Começo a questionar esta coisa de daqui a pouco tempo estar a prestar provas para imbecil doutorada.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:23 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
I'm judging you
O racio de dentes por pessoa é uma qualidade subvalorizada.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:13 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, abril 22, 2016
Serviço Público
Eu já levo uns anos nesta terra e vou perdoando algumas coisas aos jovens, que têm cérebros mais recentes - é certo, mais frescos mas com menos quilometragem, aquilo anda mas desenvolve pouco - e por isso alguns detalhes escapam-lhes e nós sorrimos e damos palmadinhas nas moleirinhas, que ainda não fecharam por completo e depois aquilo é um bocado mole e fazemos todos aquela cara de quando se toca na moleirinha que é nheee e ewww e outra vez!
Por isso, é com um sentimento que oscila entre o enojado e o satisfeito que observo frequentemente o comportamento de mulheres e homens que têm idade para serem meus primos mais velhos no ato de esperar, na bomba de gasolina, dentro do carro, em fila para abastecer, que a pessoa da frente se despache, frequentemente exasperados, numa postura corporal que denuncia um "olhamestefilhadaputa que agora deve estar lá dentro a comprar chocolates para a família toda!" ou um "caralhosmafodam podias andar mais devagar até ao carro, não?".
Especialmente para vós, gente que povoava abundantemente as bombas da direita daquela estação de serviço esta manhã, deixando as bombas da esquerda completamente vazias, nosso senhor nos livre e guarde de pensar para além do que vos é posto à frente dos olhos. Estou cá eu para
Jovem, o meu depósito também é à direita e, ainda assim, eu parei alegremente na bomba que fica à minha esquerda e... espera... espera... puxei a mangueira do gasóil que... olha, espera... ai... é comprida (mind = blown, eu sei!) e tu podes puxar e depois ela chega ao depósito mesmo que esse depósito esteja longe da agulheta. Aquilo não trava ao fim de 50cm e não te puxa de encontro ao sem chumbo com toda a força como se fosse um cordel de bungijumpe, aquilo continua e continua e podes, em parando o carro só um metro à frente do que é costume, pôr o teu combustível com uma ausência de nervos que é um mimo.
25 de Abril sempre. Foda-se.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:33 da manhã
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, abril 20, 2016
FrankenCool
De vez em quando ouço a expressão "Epáááá este banco está todo deitado! Conduzes deitada...? É para parecer fixe?".
Ora, eu não sei em que fantasia de 1994 é que o kramer ainda vive, na qual a equação conduzir reclinado com os braços buéda esticados = inacreditavelmente fixe, mas eu gostava só de deixar aqui claro que:
a) não é fixe conduzir como se tivesse aquele problema nas articulações que faz as pessoas andarem com os braços todos caídos, aquilo nem abana, mete impressão.
b) nem na nossa adolescência era fixe conduzir ou ver alguém conduzir assim, os garotos que acham que isso é um íman de puss ficam a parecer muito baixinhos porque só se vê do queixo para cima. É como o tipo que eu vi no outro dia a conduzir um porsche, o carro era mesmo muito lindo mas o gajo era daqueles que veste o pullover por cima da camisa e nem preciso dizer mais nada que vocês entendem, é daquelas infelicidades da vida.
c) eu passo coisa de duas horas por dia a conduzir, é o mais perto que eu tenho de estar descansada mas sem estar a dormir, na maior parte das vezes.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
10:09 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, abril 09, 2016
Asshole brain
É estar mesmo quase a adormecer e lembrar-me daquele dia em 1992 em que deixei de usar champô dois em um e fui comprar, cheia de confiança, um champô que afinal era um amaciador e lavei o cabelo só com amaciador e tive que ir para a escola com uma marrafa que mais parecia um cordel e chegar a casa e perceber que afinal era só amaciador e não me lembrar exatamente quando é que comprei outra vez champô ou se usei o champô da minha mãe e a inquietação de pensar quanto tempo andei em com o cabelo feito guita, se foi um dia se foi uma semana, e a realização que o meu cabelo em geral ainda parece um barbantezito humilhante.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
5:35 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, abril 02, 2016
As coisas que me enojam #30986/A
Cocó do cão, tranquila.
Cocó da criança, porreiríssima da vida.
Criança bebe água do banho, vómito instantâneo.
Karvela
Cocó da criança, porreiríssima da vida.
Criança bebe água do banho, vómito instantâneo.
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
9:05 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, março 28, 2016
Definições maternas #5950
Definição de manhã: o ato de arrancar uma criança de três anos e meio dos lençóis às 8h50, efetuar as necessárias libações - nenhuma -, vestir e alimentar a criança de forma absolutamente desadequada, sair de casa pelas 9h15, verificar que a criança se transformou, durante o percurso no veículo automóvel, num coala carente e não será simples sair da escola sem ouvir, pelo menos, doze diferentes entoações da palavra "mãe!". Isto seguido do ato de sair da escola de qualquer forma, demonstrando graus negativos de empatia e chegar ao trabalho às 10h em ponto constatando, enquanto se liga o computador, que não existe qualquer memória do caminho percorrido até aí.
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:19 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, março 24, 2016
Definições maternas #6043
Definição de serão: o momento entre as 21h30 e as 22h30, durante o qual a criança já dorme e a mãe ainda se encontra suficientemente acordada para exclamar "oooohhh guuuuurl!" para o ecrã do computador onde passa um reality show, ao mesmo tempo que pensa que amanhã é, de facto, o dia em que regressa à dieta e à vida livre de comida processada, açucarada e engordurada, ao mesmo tempo que tempera o grego magro do Lidl com oito colheres de açúcar amarelo e já tem umas fatias de pão a dourar na torradeira porque, cito "uma sandes de chourição a esta hora com pão cru ainda é coisa para me cair mal".
Karvela
Este post foi bem pensado por
Undisclosed Recipient
mai ou menos p'las
11:16 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Subscrever:
Mensagens (Atom)









