sexta-feira, janeiro 28, 2011

Like a boss!

Quarta-feira, dia 26 de Janeiro. 
O catedrático mais antigo da universidade onde fiz a licenciatura (talvez o mais antigo da academia portuguesa!), na cantina, alheio ao que o rodeia, saca de uma navalha que traz no bolso para cortar uma maçã. 

À patrão!

Karvela

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Verdades universais

Apesar das suas múltiplas tentativas, a verdade é que ninguém quer ver as mamas da Maya.

Karvela

segunda-feira, janeiro 24, 2011

Oh that's mature...

A nova Karvela, que não fala de assuntos superficiais não passou de propósito à porta da loja da Luciana Abreu e não tirou esta fotografia. E sobretudo não pensou que o nome da loja seria mais apropriado para uma criança e o da criança para loja.

Karvela
Enviada do dispositivo sem fios BlackBerry®

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Scratch that last post - this is of utter importance!

Entretanto hoje já me passou a noção que este acontecimento não é importante. Como azeiteiros há em todo o lado e a Luciana é tão boazinha, tão querida, tão fofinha, quase caí da cadeira quando imaginei uma sala de aula cheia de Lyonces em 2017/2018. 

Lyonce Philipa? Presente.
Lyonce Maarya? Presente.
Lyonce Viiktórya? Presente.

Karvela (tenho mais medo da caixa de Pandora que isto abriu do que do nome da criança...)

quinta-feira, janeiro 20, 2011

Povo, ouvide-me-li-me-le!

O povo exige coisas de Karvela que Karvela não tem vontade de comentar.

Carlos Castro... meh... já se falou suficientemente sobre isso, não tenho nada a acrescentar.
Luciana Abreu e o LyonceGate... meh... consegue tirar-se a moça do bairro social mas não se consegue tirar o bairro social da moça.

Devo estar a ficar velha porque estas questões mundanas/ bizarras/ estúpidas deixam-me cada vez mais morna, sem sentimentos específicos que consiga canalizar para as situações.

Se calhar, com a velhice, passei a necessitar das minhas forças para coisas, vá, importantes.

Karvela

quarta-feira, janeiro 12, 2011

OMG... ew...

Abro o congelador, limpo a primeira gaveta. Procuro o pedaço de carne picada que caíra ao chão, ainda crua, há uns meses atrás e que etiquetara "Carne para o Óscar". Não encontro o saco. Certamente foi cozinhada. 

Nunca na vida cozinhei carne para o Óscar.

Karvela (vómito retroactivo, é possível?)

domingo, janeiro 09, 2011

Wha...?

O problema da insónia é ligar a TV às 3 da manhã e não perceber o que se passa. Demorei uns 30 minutos a perceber que não estava drogada.



Karvela

Sacudir o paninho. Breve ensaio acerca de uma prática ancestral.

A dona de casa a tempo parcial que há dentro de mim põe-se às vezes a filosofar. Hoje pondero sobre  uma prática que me sempre me escapou e me confundiu durante anos a fio: o gesto universal de sacudir o paninho do pó entre passagens pela mobília e bibelots. 

Sacudir os naperons ainda se compreende (naperões, naperiões... é um objecto tão inútil que nem o corrector ortográfico o aceita...). Quando uma pessoa sente a urgência menopáusica de cobrir todo o mobiliário com rendas é bem que se lhes limpe o pó. Mas numa era de swiffers, toalhitas embebidas em óleo de cedro e outros instrumentos que ofendem a natureza mas poupam as vias respiratórias - há um delicado equilíbrio entre ser ecológica e alimentar a indústria farmacêutica; até ver, prefiro não espirrar até me saltar meio metro de intestino só porque aprecio não viver numa pocilga - parece-me errado utilizar um arcaico pano, passar o dito pela mobília, correr até uma janela com o pano na mão e chegar a uma janela. 

Toda a vida vi pessoas a fazer isso. As mães das minhas amigas chegavam-se à janela e flap flap flap; e as minhas amigas, quando chegava a altura das mães lhes pedirem uma ajuda lá em casa faziam o mesmo. Ainda há poucas semanas surpreendi uma das minhas primas, adolescente imigrada da urbe, a flapar. Curiosamente poucas vezes vi a minha mãe a fazer o gesto. Aliás, se há coisa que mamãe Karvela aprecia é chegar das compras com um produto novo e fazer uma rápida e orgulhosa demonstração. Quanto mais restrito o campo de acção do produto, mais interessante se torna. E transmitiu à filha o gene do eish-olha-só-este-produto-que-tira-o-calcário-todo-às-torneiras. Agradecida. 

Até que se fez luz. Ao fim de 31 anos entendi. Há quem esteja uma vida toda sem entender as coisas, em geral, por isso considero desde já que esta realização é uma grande vitória para 2011. 

Passeava-me ontem pelas pacatas ruas do subúrbio quando surpreendo uma clássica do burgo a sacudir o paninho. Entre compreender de quem era aquele carro azul, quem era a loira que lá estava dentro e possivelmente memorizar a matrícula a senhora sacudiu o pano em 180 rápidos movimentos. Parece que estou a ver, um verdadeiro holocausto para os ácaros, a bicheza a tentar segurar-se mas o vigor do braço gorducho da senhora a insistir. Pimbas pimbas pimbas quem é aquela afinal??? pimbas pimbas... 

E finalmente compreendi: "sacudir o pano" é "ver o que se passa na rua". 
Para as senhoras de meia idade com pouco em que pensar "sacudir o pano" é sinónimo de "ver o que se passa na rua ao mesmo tempo que as pessoas pensam que sou asseada". No caso das adolescentes é sinónimo de "ver o que se passa na rua ao mesmo tempo que a minha mãe não me chateia os cornos". Só posso concluir que, para sacudir o pano, ou as hormonas são muito fortes ou o que se passa dentro de casa é muito fraquinho.

Karvela

É igual... IGUAL!


Giro giro é ir ao cinema, pedir um bilhete para o Para o que der e vier, ser corrigida pela menina "A tempo e horas?" e responder "Também pode ser."
Tem o Zack, tem o Robert, é de rir, é de deixar os meus amigos eruditos com os cabelos em pé. Vantagens, vantagens, vantagens. 

Karvela (a simples)

quinta-feira, janeiro 06, 2011

We're number one!

Já uma pessoa não pode googlar "lagostim" sem lhe aparecer este blog como primeira opção. 

Karvela = 1
Lusófonos em busca de informação sobre o simpático crustáceo que come cocó = 0

Karvela (#1, bitches!)

domingo, janeiro 02, 2011

Ouvi-nos, pessoa!

Toda a minha vida pensei que a resposta a "Oremos" era "Ouvimos, Senhor!". Pois descubro eu agora que é "Ouvi-nos, Senhor!". Fica uma sugestão paterna para o meu mal entendido.


Karvela



Karma is a bitch

A crença no karma e na reencarnação consola-me. 
É que assim ainda tenho esperança que o Eng. Sócrates regresse sob a forma de papel higiénico. 

Karvela