quinta-feira, abril 29, 2010

Au colloque

O tema da apresentação era a saúde sexual masculina e veio à baila a 1a ejaculação. Pergunta, subtilmente, uma colega ao nosso colega mais velho, que estava a ficar corado com conversas de toques rectais e afins:

C - Ó G., com que idade foi a tua primeira?
Karvela - Deixa-o em paz... Foi para aí em 1755, ele estava ocupado a apagar o fogo em casa depois do terramoto... Nem tinha tempo para mexer na pila.
Inacreditavelmente, ele não achou piada a nenhuma das nossas tiradas hilariantes...!

Karvela
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quinta-feira, abril 22, 2010

Fuck the naysayers!

Ouvir o Herman falar de si continua a maravilhar-me para além de qualquer explicação que as palavras possam transmitir.

Karvela
Enviada do dispositivo sem fios BlackBerry®

Don't look now but there's a black asian giant kid right next to you.

A carrinha da Remar ao lado de uma pessoa no trânsito é coisa para provocar um acidente!

Karvela (blasians rule)
Karvela

sexta-feira, abril 16, 2010

Questão pungente

Já me têm perguntado se eu só posto delírios aqui na tasca quando tenho algo para dizer ou se não seria melhor postar todos os dias. Eu gosto de pensar que posto quando acho que tenho piada.

Exemplo: hoje o meu cão lambeu a minha escova de dentes. E isso não tem piada. Para quê divulgar tal coisa? É que neste momento não sei se me sinta enojada ou se elogie o seu hálito a eucalipto.

Seja como for, a ver se o carrossel abranda, que nem sequer estou a conseguir pôr o pé fora daquela coisa redonda que gira e deixa as pessoas tontas e saímos de lá a caminhar para as farturas e acabamos no palco central com a Nucha. Para quando as Festas Populares?

Karvela

terça-feira, abril 06, 2010

Não compreendo

Existe uma prática milenar entre as mulheres, que é a de lavar o cabelo. Só. Lavar o cabelo. Não é lavar o cabelo no duche ou no banho. É lavar o cabelo. "Onde é que vais?", "Vou lavar o cabelo" ou, em algumas senhoras de mais idade, mãe, "Vou lavar a cabeça", o que me provoca sempre imagens de palha de aço passada firmemente sobre o escalpe.

Consiste em - segurem-se, que a viagem é acidentada e estúpida - ajoelhar-se junto à banheira e olhar para a parte de dentro da loiça de banho deixando a melena esvoaçar para baixo. Depois assiste-se a um magnífico ritual de passar água, entrar água para os olhos, procurar às cegas o xampon (vou escrever de acordo com a nova ortografia... ou então como se diz na minha terra...), aplicar o xampon, entrar toneladas de xampon para os olhos porque é uma posição contra natura, procurar às cegas o chuveiro para passar por água e tirar a dor, por Deus, a dor!, e para as mais sofisticadas ainda aplicar amaciador, ficar a olhar para o tapete com golfinhos e para vestígios púbicos durante uns minutos e só depois repetir o processo.

Dá-se por vezes o fenómeno da água escorrer também para a boca e para o pescoço mas suponho que isso seja uma coisa de amadoras que, como eu, o fazem apenas quando pintam o cabelo em casa. Em boa verdade, nas vezes mais recentes que colori os pêlos púbicos com que Nosso Senhor abençoou esta cabeça e decidiu chamar cabelo, numa piada cruel que mais uma vez demonstra a sua não existência, já não o fiz com a cabeça virada para os azulejos mas sim no duche correndo o risco dos químicos se infiltrarem em refegos bem piores que os olhos mas, ainda assim, não passando por todo o processo acima demonstrado acrescido de tinta.

Das poucas vezes que me lembro de ter lavado-o-cabelo-só recordo o regressar à vida normal, o fluir do sangue outra vez a fazer-se de forma regular e os olhos vermelhos e pequenos, de tantos produtos químicos a queimarem-me a retina. Por isso, porque o fazem as gajas? O duche faz-vos espécie? Também eu, como boa gaja, já decidi não lavar o cabelo no duche (e é uma decisão que nem sempre se toma de ânimo leve) e se, ao tentar pentear um ninho de óleo e loiro falso decido que afinal devia ter lavado o cabelo, salto de novo para o duche. Não é ecológico e por isso é que eu lavo o cabelo no duche 90 em cada 100 vezes que lavo também o resto. Mas sair de uma experiência de lavagem de cabelo com joelhos doridos, um olho preguiçoso e a boca a saber a Pantène é que eu não entendo...

Expliquem-me porquê, que hoje acordei com esta dúvida!

Karvela

domingo, abril 04, 2010

Piada pascal

Surgiu cá em casa durante o jantar de domingo, a propósito da notícia da escassez de padres:

Kramer:
Porque é que não há padres para dar missa?
Karvela: Porque já estão a fazer fila à porta das escolas, que amanhã já é dia de aulas.

Karvela