domingo, fevereiro 28, 2010

Keith and the Girl, a Maratona

Durante as próximas 75 horas (a começar às 23h de hoje) podem encontrar-me aqui: na Maratona de Keith and the Girl. Saquem o podcast, ouçam a Maratona. Prevejo pouco sono.

Links:
http://www.keithandthegirl.com/
http://katg.com/chat
http://katg.com/feedback
Feed de vídeo: http://livevideo.com/liveshow/keithandthegirl

Keith and the Girl é amor!

Karvela
Meet Eusébio

160 GB de amor.



E que entre Março, que Fevereiro não me fez favores nenhuns.

Karvela

sábado, fevereiro 27, 2010

Até um dia, velho amigo. Olááá jeitoso de 160GB...

O meu iPod. O meu Zeca. Caiu. A bem da verdade, já andava a passar-se do disco rígido há algumas semanas, mas eu atribuía o facto a um cabo torto e a uma porta USB pouco cooperante. Mas a queda foi fatal. E na casa de banho, que inglório... como sempre, no único dia do ano em que lhe retirei a capinha de silicone que o protegera até aí. Ao fim de dois dias já o computador não o reconhecia. Não vale a pena darem-me soluções. Fiz os tutoriais todos, reinstalei drivers, mudei de cabos, reinstalei iTunes, liguei para a Apple, liguei para os senhores que arranjam as coisas da Apple e nada. Nada.

Por isso, a meio desta semana, releguei-o à gaveta. A gaveta que temos cá em casa e onde os nossos diversos aparelhos obsoletos ou partidos vão repousar indeterminadamente.

Mas, já que o tínhamos à mão e a noite de sexta-feira não apresentava melhor programa, a garantia há muito expirada e os senhores do orçamento a dar um valor extremamente parecido a um aparelho novo... decidimos abri-lo. Ou não fosse isto um daqueles momentos de partilha em casal, de duas pessoas que em criança tinham como passatempo abrir equipamentos para ver o que está lá dentro. E que, em adultos, fazem-no pela mesma razão que o Óscar lambe as partes... porque podem.



A diferença essencial entre Karvela e kramer é que ele deixou o iPod exactamente como estava antes (mais mossa, menos mossa). Eu, em criança (e só posso supor que também em adulta) abria o joguinho electrónico, olhava para ele durante muitas horas, fascinava-me com o tamanhinho dos componentes e quando o fechava, invariavelmente, não tinha jogo. Vimos tutoriais, fizemos-lhe o vudu colorido acima ilustrado, abriu-se o Zeca, fizemos "ahhhh" e apesar de, de facto, ter havido uma ligeira melhoria no seu estado geral, não foi o suficiente para voltar a funcionar. Resigno-me ao facto de ficar sem iPod.

Ou então vou comprar um novo logo à tarde.

Karvela
Sou uma pita mimada de subúrbio

Se calhar o anónimo que voltou ao ataque tem razão, sou uma pita mimada de subúrbio. Tirando a parte da pita, que aos 30 anos já não funciona. Pita foi o acto falhado disléxico do anónimo, que devia estar a lembrar-se da puta da mãe dele.

E não venham para aqui comentar que não devia dizer asneiras, nhe nhe nhe, que o meu blog é melhor do que isso. É que não é.

Karvela (só me dou ao trabalho porque me farto de praguejar... loves it!)

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

Karvela e a encomenda mal feita

Continuo fã absoluta do Continente Online. Dá jeito, não alanco com compras até ao segundo andar e acabo por poupar dinheiro porque não me ponho a enfiar gomas e pastilhas para dentro do carrinho das compras com a desculpa sólida "Sou adulta. O dinheiro é meu. Não mandam em mim."

Não sei se estão lembrados do caso da banana única, momento maravilhoso no qual descubro que comprar 1 de bananas não é comprar um quilo mas sim uma banana. Hoje descubro que rever a encomenda com atenção (nota mental: não fazer a encomenda à meia-noite de sábado) funciona muito bem, nomeadamente ao nível dos Ferrero Rocher. Digo ao kramer "Vou aqui adicionar uma caixinha de bombons porque estou muito carente e preciso de chocolates...". Ele assentiu. E eu mandei vir. Cinco. Cinco caixas de 30 bombons. A sorte é que há gente à minha volta que gosta destes ambrósios, senão era 150 para dentro. Tinha que ser. A validade é só até Maio.



Karvela

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Nevah say nevah

É com o coração pesado que tenho que responder a este anónimo. Com o coração pesado e com uma meia polar da Decathlon cheia de grão de bico por cozer abanando no ar qual maça medieval mas em barato e reutilizável, que eu hoje queria fazer sopa.

Diz-me o anónimo:

Até ao fim datua vida não te atrevas a dizer que este dia ou esta semana foi a pior da tua vida.

Portanto... até ao fim da minha vida não posso fazer um balanço das semanas que para mim foram boas ou más. Eu sou a coisinha mais feliz, solar, aos saltinhos, gatinhos fofos e tuditudi... mas assumo uma semana frágil (que classifico como top 5, ainda por cima) e dizem-me para não me atrever a qualificar um momento que foi, lamento dizê-lo, inqualificável.

Os seres humanos nem imaginam o que podem aguentar!!!!

Mas eu não quero aguentar mais nada, caraças. Já chega. Foi porreiro enquanto durou mas já passou.

OK Até ontem essa foi uma das piores.....

Que foi o que eu disse. Duh.

mas só até ontem e esperamos que assim continue até estares cheia de brancos com diminuição acentuada da acuidade auditiva, visual, da densidade ossea... enfim essas porcarias todas da idade... da muita idade!!!!!

Mas eu não quero ter cabelos brancos, não quero ficar cegueta, surda e com osteoporose. Esta visão pessimista do evento de envelhecer entristece-me e faz-me pensar nos velhos que vamos ter daqui a uns anos. Os meus pais não são jovens, nada que se pareça, mas não são velhos! Os meus avós, com a idade dos meus pais, estavam acabados. Os meus pais vão de férias, têm vida social. Com as limitações naturais, estão com a cabeça e o corpo sãos e prontos para continuar. Peçam ao meu pai para fazer uma conta de dividir de cabeça. Ou perguntem aos meus amigos a abada que a minha mãe nos deu a todos a jogar Trivial. Houve quem lutasse ferozmente para ficar na equipa dela.

Até lá.... faz por viver ....mesmo a beber água para o ferro.......

Este anónimo certamente não me conhece pessoalmente. Fazer por viver? Não. Viver, talvez. Isso sim. Assumir que tive a semana mais merdosa de sempre, que certamente estará no top 5 de semanas merdosas, mas que foi merdosa. Merdosa assim ao nível de me enfiarem num barril de merda e eu só ficar com o nariz de fora durante 30 segundos e só depois de já ter os refegos cheios de fezes é que me deixaram sair. O "fazer por viver" quase assume que não se pensa, que não se reflecte.

Se, por acaso, fores alguém que me conhece pessoalmente, lamento, mas não fazes ideia de quem sou.

Karvela
The wrath of the invisible man

O que é isto de agora todos os dias cair uma saraivada à hora de almoço e outra ao fim do dia? Sinto-me como se estivesse nos tempos de Moisés. Atenção que eu sou primogénita e jovem demais para ser ceifada. E, já agora, façam lá isso pelo melhor e não me partam os vidros da janela da sala que isto ainda foi coisa para custar para cima de vinte e cinco contos.

Karvela

domingo, fevereiro 21, 2010

Homem pequenino, ou velhaco ou bailarino; homem perenemente barbado, olhinho vazado.

As conversas cá em casa estão a atingir um calibre inédito.

kramer - Olha, não sabia que estava a dar o Band of Brothers no AXN.
Karvela - Não é nessa série que participa aquele que foi um dos namorados da Carrie no Sexo e a Cidade?
kramer - Han?
Karvela - O Berger.
kramer - Han?
Karvela - O... o... é pá... aquele gajo que parece que nunca tem a barba feita.
kramer - Sim, já sei.



Tirando o óbvio, que o kramer vê séries de substância e eu vejo o Sexo e a Cidade e o Parks & Recreation e o Survivor e isso, inclinei-me a reflectir sobre o problema que eu tenho com homens que parecem estar permanentemente barbados, mesmo que se tenham afeitado há duas horas.
Certamente existem muitos exemplos mas nenhum deles me enerva mais os nervos do que aquele gajo da Sic que parece que tem sempre a barba por fazer e cujo nome agora me escapa mas que ainda por cima acumula a barba perene com suor facial.
De notar que nada tenho conta homens de barba, que em algumas pessoas tem que existir, sob pena de serem tratados como verdadeiros gafos se ousarem mostrar a fronha com que Nosso Senhor os presenteou nessa grande rifa da quermesse que é a vida.
Mesmo o bigode não é coisa de me fazer espécie, sobretudo se o bigodudo em questão tiver uma cara como a do Aznar, com um espaço absolutamente profano entre a boca e o nariz. É que há uns macaquitos que parecem mesmo os filhos de uma relação fortuita do Aznar com a Caneças e isso é coisa que me perturba tanto que leva a que eu não possa operar maquinaria pesada.




É só mesmo a coisa da barba perene, pronto. É coisa que me deixa com os nervos em franja!

Karvela, a ausente mas de regresso

sábado, fevereiro 13, 2010

Stop it, that's silly!

Para pontuar aquela que estará para sempre no top 5 das piores semanas de sempre, acabo de beber de uma garrafa que dizia "água para o ferro".

E ainda por cima não vou ao Carnaval. Vou só ali beber um bocadinho de Forza Fornos ou de Cif Limão, para ver se me animo.

Karvela

terça-feira, fevereiro 02, 2010

Com ela aprendi que uma rima para framboesa é pêra francesa

A Rosa Lobato de Faria (De, vocês não se atrevam a escrever sem o De, que ela desce já do púlpito e prega-vos uma bitch slap) foi-se-nos.

Nós sabemos que foi ela quem escreveu para a Dina no Festival e devolveu as camisas de flanela à linha da frente dos eventos musicais mas, para mim, a Rosa será sempre a mulher que recitou Carlos Carrapiço:



Karvela
Don't hate me because I'm smart, hate me because I'm beautiful!

Que pecha é esta de alguns anónimos comentarem que eu falo muito do doutoramento? Pessoas, o doutoramento é o meu emprego, sou paga para isso. Com o dinheiro dos impostos das pessoas que pagam impostos. Agora parem de falar mal do meu trabalho, que eu também não vou ao pinhal tirar-vos o caralho da boca.

Karvela