terça-feira, janeiro 26, 2010
Best acronym ever
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segunda-feira, janeiro 25, 2010
Nada na minha vida é normal!
No dia em que chega a capa protectora do beri beri arranho o ecrã, inadvertidamente, num mini cântaro de barro que levava dentro da mala.
Karvela
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For geeks only
A minha mãe ligou há pouco a dizer que recebi uma encomenda da Skynet.
Como a Skynet descobriu a minha morada, se eu não aparecer tão cedo é porque ando a fugir de um terminator possivelmente sob a forma de um dos meus pais.
Karvela (movies and videogames fried my brain)
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Como a Skynet descobriu a minha morada, se eu não aparecer tão cedo é porque ando a fugir de um terminator possivelmente sob a forma de um dos meus pais.
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domingo, janeiro 24, 2010
Este cão dorme em qualquer posição!
Ficou 15 minutos assim, depois de um passeio um bocadinho mais puxado. Podre!
Karvela
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Cafum cafum! *
Karvela
* Onomatopeia para tosse, usada pela minha avó Júlia.
Continuo tússica. Não vos preocupais, que isto é uma coisa comum na minha pessoa, propensa a condições com nomes finos (bronquite alérgica... uuuuh!) mas cujo produto final não passa de escarradelas constantes, o que se pode tornar pouco chique, dadas as circunstâncias. Hoje, tentando fugir ao inevitável aerius, introduzi no narigame umas gotas que o médico receitou para a condição com nome fino. Estou eu deitada no sofá a fazer sons como cuag ou ranq depois do líquido me atingir a garganta quando o kramer entra na sala e ouve a frase que eu considero notável: "Estas gotas sabem a saco de água quente!".
Mais logo mando abaixo um shot de Biopental OM e depois, em sobrevivendo, logo vos conto se ainda me sabe a borracha.
Karvela
* Onomatopeia para tosse, usada pela minha avó Júlia.
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sexta-feira, janeiro 22, 2010
Jesus hates me in very specific places
Já melhorzinha dos mucos e afins, estou em casa hoje para trabalhar num texto que tenho que ter pronto no início de Fevereiro. Mas depois de almoço sabe sempre bem ir dar uma volta com o Óscar. Lá fomos nós, o tarado do cão a carregar pedras gigantes na boca e eu a fazer uma power walk para ver se os pulmões se fortalecem.
Chego ao fim da viagem, onde estão as chaves? Dou a volta de novo, nada de chaves. Regresso a casa, levo as chaves do meu pai e, como eu sou a pessoa mais sortuda do Universo conhecido, um senhor que andava a fazer a sua própria power walk tinha apanhado a chave e vinha mesmo a regressar da caminhada quando eu estava a regressar ao local do crime. E pronto, tenho a minha chave de volta.
Não me queixo porque, com a minha propensão para o desastre, se não fosse sortuda já estava falecida, mas não deixa de ser curioso que tenha sido nas mesmas circunstâncias e no mesmo local do que este episódio, resolvido minutos depois. E noto agora que também na altura usei a expressão "local do crime".
Já melhorzinha dos mucos e afins, estou em casa hoje para trabalhar num texto que tenho que ter pronto no início de Fevereiro. Mas depois de almoço sabe sempre bem ir dar uma volta com o Óscar. Lá fomos nós, o tarado do cão a carregar pedras gigantes na boca e eu a fazer uma power walk para ver se os pulmões se fortalecem.
Chego ao fim da viagem, onde estão as chaves? Dou a volta de novo, nada de chaves. Regresso a casa, levo as chaves do meu pai e, como eu sou a pessoa mais sortuda do Universo conhecido, um senhor que andava a fazer a sua própria power walk tinha apanhado a chave e vinha mesmo a regressar da caminhada quando eu estava a regressar ao local do crime. E pronto, tenho a minha chave de volta.
Não me queixo porque, com a minha propensão para o desastre, se não fosse sortuda já estava falecida, mas não deixa de ser curioso que tenha sido nas mesmas circunstâncias e no mesmo local do que este episódio, resolvido minutos depois. E noto agora que também na altura usei a expressão "local do crime".
Portanto só posso depreender que Jesus me odeia em locais específicos. Naquela estrada e nas ancas, por exemplo.
Karvela
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quarta-feira, janeiro 20, 2010
Pop goes the weasel
Depois daquilo a que se convencionou - na minha cabeça - chamar-se o Incidente de 17 de Janeiro, se tivesse escolhido um iPhone em vez de um BlackBerry hoje não tinha telemóvel.
Karvela (nem um risco! Tá bem, um pequeno risco... mas foi o Incidente de 17 de Janeiro!!!)
Depois daquilo a que se convencionou - na minha cabeça - chamar-se o Incidente de 17 de Janeiro, se tivesse escolhido um iPhone em vez de um BlackBerry hoje não tinha telemóvel.
Karvela (nem um risco! Tá bem, um pequeno risco... mas foi o Incidente de 17 de Janeiro!!!)
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Stop it! That's silly!
Estou com tosse há duas semanas (saudável!) e todos os dias há pessoas que insistem em continuar a conversa quando estou no meio de um dos meus ataques tússicos, que envolvem maravilhas como espasmos nas costas, no estômago e dores de cabeça. E tosse a ecoar dentro do crânio, o que é sempre bom para exercer tarefas como, vá, ouvir. Depois de um dos meus achaques estou pronta para vos explicar a teoria da relatividade, por isso ainda bem que continuam a falar comigo.
Karvela
Estou com tosse há duas semanas (saudável!) e todos os dias há pessoas que insistem em continuar a conversa quando estou no meio de um dos meus ataques tússicos, que envolvem maravilhas como espasmos nas costas, no estômago e dores de cabeça. E tosse a ecoar dentro do crânio, o que é sempre bom para exercer tarefas como, vá, ouvir. Depois de um dos meus achaques estou pronta para vos explicar a teoria da relatividade, por isso ainda bem que continuam a falar comigo.
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11:24 da manhã
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domingo, janeiro 17, 2010
Mensagem críptica
O NYCrispy é tão mau que no dia seguinte tive que ir limpar o palato com um Double Cheese.
Karvela (deixar a fast food não é uma resolução para 2010, obviamente)
O NYCrispy é tão mau que no dia seguinte tive que ir limpar o palato com um Double Cheese.
Karvela (deixar a fast food não é uma resolução para 2010, obviamente)
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12:21 da tarde
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domingo, janeiro 10, 2010
Não mude que eu quero você sempre assim
Fazendo figas para que no Correio da Manhã online não vejam que esta notícia está com um erro maravilhoso.
Está frio, de facto, e ouvi dizer que nevou em Évora. Fui pesquisar. E aparece-me este parágrafo:
"O Instituto de Meteorologia adiantou que o estado do tempo vai continuar 'com temperaturas abaixo da média, em especial da mínima, para valores que em vários locais podem ser negativos, o que associado à presença de humildade poderá originar em vários locais a formação de gelo ou geada'."
Sem humildade teríamos certamente uma catástrofe de proporções bíblicas. Assim sai-nos uma cacimba inofensiva.
Fazendo figas para que no Correio da Manhã online não vejam que esta notícia está com um erro maravilhoso.
Está frio, de facto, e ouvi dizer que nevou em Évora. Fui pesquisar. E aparece-me este parágrafo:
"O Instituto de Meteorologia adiantou que o estado do tempo vai continuar 'com temperaturas abaixo da média, em especial da mínima, para valores que em vários locais podem ser negativos, o que associado à presença de humildade poderá originar em vários locais a formação de gelo ou geada'."
Sem humildade teríamos certamente uma catástrofe de proporções bíblicas. Assim sai-nos uma cacimba inofensiva.
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sexta-feira, janeiro 08, 2010
Se calhar estamos mesmo no séc. XXI
Ou então não. O casamento homossexual foi aprovado na Assembleia da República. Dia histórico para quem é a favor, dia histérico para quem é contra. Os comentários nos diversos jornais online são de um primarismo quase animal. Um comentador diz que deveria haver referendo e que a partir de agora não vota, já que não querem ouvir os portugueses. Todos os dias se discutem assuntos importantes na Assembleia, frequentemente aprovam-se leis; é o trabalho deles ali na Assembleia. E o povo, impávido, borrifa-se e passa à frente. Políticas de emprego, combate à corrupção ou o escandaloso debate sobre a avaliação dos professores passam incólumes nos radares destes morcegos. Cegos, completamente cegos. Cegos e com vontade de ir aos saldos, que um referendo ainda é coisa para gastar uns milhões de euros.
Numa coisa tão básica como um contrato entre duas pessoas (que se foda a religião e todas as suas tentativas insidiosas de interferir com a vida privada dos cidadãos!), diz que já não vota, já está passado da marmita. Uma família é pai e mãe - e às vezes só pai, às vezes só mãe, às vezes o pai, a mãe, o padrasto, a madrasta e os meios irmãos, bem... mas isso são detalhes! - uma família não é casar dois homens ou um homem e uma cadela ou, impensável, um homem e um cão!
A paneleiragem estragou o dia a este senhor, já chega a casa e vai falar torto para a querida esposa, aquela com quem ele casou porque podia. Mais tarde dá-lhe porrada. Ontem chegou-lhe a roupa ao pêlo porque não está feliz com o trabalho na repartição, hoje é porque o casamento enquanto instituição sagrada (nunca enquanto contrato previsto na lei para parte da população há muitos e bons anos) já não significa nada. O olho negro de hoje tem muito mais significado simbólico que o apertão no braço de ontem.
Karvela
Ou então não. O casamento homossexual foi aprovado na Assembleia da República. Dia histórico para quem é a favor, dia histérico para quem é contra. Os comentários nos diversos jornais online são de um primarismo quase animal. Um comentador diz que deveria haver referendo e que a partir de agora não vota, já que não querem ouvir os portugueses. Todos os dias se discutem assuntos importantes na Assembleia, frequentemente aprovam-se leis; é o trabalho deles ali na Assembleia. E o povo, impávido, borrifa-se e passa à frente. Políticas de emprego, combate à corrupção ou o escandaloso debate sobre a avaliação dos professores passam incólumes nos radares destes morcegos. Cegos, completamente cegos. Cegos e com vontade de ir aos saldos, que um referendo ainda é coisa para gastar uns milhões de euros.
Numa coisa tão básica como um contrato entre duas pessoas (que se foda a religião e todas as suas tentativas insidiosas de interferir com a vida privada dos cidadãos!), diz que já não vota, já está passado da marmita. Uma família é pai e mãe - e às vezes só pai, às vezes só mãe, às vezes o pai, a mãe, o padrasto, a madrasta e os meios irmãos, bem... mas isso são detalhes! - uma família não é casar dois homens ou um homem e uma cadela ou, impensável, um homem e um cão!
A paneleiragem estragou o dia a este senhor, já chega a casa e vai falar torto para a querida esposa, aquela com quem ele casou porque podia. Mais tarde dá-lhe porrada. Ontem chegou-lhe a roupa ao pêlo porque não está feliz com o trabalho na repartição, hoje é porque o casamento enquanto instituição sagrada (nunca enquanto contrato previsto na lei para parte da população há muitos e bons anos) já não significa nada. O olho negro de hoje tem muito mais significado simbólico que o apertão no braço de ontem.
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quinta-feira, janeiro 07, 2010
As dores e as alegrias do Facebook
Não gosto particularmente de encontrar algumas pessoas no Facebook. Pessoas da terrinha ou da escola secundária, daquelas que sempre tive como certo que acabariam sem dentes, numa valeta ou ambos.
E constatar que não têm dentes.
Karvela
Não gosto particularmente de encontrar algumas pessoas no Facebook. Pessoas da terrinha ou da escola secundária, daquelas que sempre tive como certo que acabariam sem dentes, numa valeta ou ambos.
Adoro (mas é que adoro!) encontrar pessoas dessas que não sabem mudar as configurações das fotos (ou acabar o 7º ano, vá) e cujas fotos estão à minha disposição.
E constatar que não têm dentes.
Karvela
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3:37 da tarde
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Diz que estou de regresso
Estou de volta ao mundo das pessoas normais depois de duas semanas de férias e uma passagem de ano extremamente agradável na Serra da Estrela, para os lados de Gouveia. Ficaram tão aborrecidos com o nosso regresso a casa que dois dias depois de lá sairmos queimaram aquela merda toda (true story!).
Imagino o caos: velhinhas a carpir à janela, putos ao pontapé aos cães, queijo a derreter, carros incendiados... tudo porque fomos embora. Não aceito versões alternativas que digam que eles incendiaram os carros porque lá estivemos.
Karvela
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