segunda-feira, agosto 31, 2009

Pensamentos de anestesia #5

Para quando uma anestesia a sério? Uma epidural ou uma anestesia geral? Esperamos todos ansiosamente pelos meus delírios pós-anestésicos ao vivo neste blog.

... o lagarto está a olhar para mim...

Karvela
Pensamentos de anestesia #4

Isto de não conseguir falar sem parecer que tive um problema ao nível vascular cerebral faz com que tenha que escrever para ventilar. Devo concluir que o mundo seria um lugar melhor se eu fosse muda?

Mas teve alguma piada beber iogurte pelo lado da boca que está dormente.

Tenho fome.

Karvela
Pensamentos de anestesia #3


Creio que em vez de anestesia me deram LSD porque na minha televisão o Benfica está a ganhar por oito a zero e o Nuno Gomes marcou um golo. Mas tanto o Benfica quanto o Nuno Gomes não estavam já mortos?

E quem é este lagarto gigante zarolho que está sentado ao meu lado a comer uma sandes de ovo e a beber vinho pela fonte que brota da parede?

Karvela
Pensamentos de anestesia #2

O futebol, efectivamente, já foi para o povo. O Vitória de Setúbal, sem os nomes nas camisolas é hermético como um filme francês dos anos 90. Só para entendidos e com menos mamas à mostra.

Karvela
Pensamentos de anestesia #1

Fui ao dentista. Estou anestesiada em meia boca. Pensamentos difusos deste fim de dia enevoado na cabeça.

Benfica - Vitória de Setúbal. Se Karvela fosse comentadora.

Giovanni Galli passa para Giovanni Galli, remaaaaaaaaata Giovanni Galli. Quim defende. Cabelinho de merda avança, passa para cabeça de esfregona... remaaaaaaaaaata... Giovanni Galli defende.

Karvela

sábado, agosto 29, 2009

Pensamentos on the road

Os sintetizadores estão para a música como algumas pragas bíblicas
para os primogénitos.

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Prova que nesta casa não vivem dois adultos #9357420

Pequeno-almoço de sábado, dia 30 de Agosto de 2009:
- torradas
- café
- gomas

Karvela (Inglorious Basterds FTW)
P.S. Nesta casa vive um adulto, o que acabou de me tirar as gomas.

quarta-feira, agosto 26, 2009

Andei a passear pelo site da Caras...

... e é um maná!

Ana Rocha desencanta o vestido do baile de finalistas e a écharpe horrorosa dos casamentos. Até a Ana Brito e Cunha foi apanhada na foto a gozar com ela.

Sr. Pai Natal, Sodona Hellen Keller, loira aleatória, cobrador do fraque.

Este Carnaval vou mascarar-me de alface como a Lady Betty. Se alguém souber dizer-me algo que esteja certo nesta foto, por favor, não hesite em contactar-me.


Há aqui amor e é daquele bom, daquele que só um é que sente.

Karvela (Caras, Caras... tipo... a sério!?)
"...um homem que tivesse os valores e os princípios que sempre idealizei: humildade, generosidade, amizade, simplicidade, um coração de ouro, fidelidade, ambicioso, trabalhador, amável, elegante, extremamente educado, protector, muito humano e charmoso" **
Ou
Não queres, já agora, o rabinho lavado em água das malvas e lambido por uma tailandesa cega de um olho?

Não tenho qualquer afiliação ou lealdade clubística. Apenas uma tendência familiar-conjugal de, vá, se não for do Benfica fico sem herança, sem unido de facto e sem honra.

Mas este ano sou do Sporting só pela possibilidade da Luciana Abreu poder ter um ataque cardíaco, cair para o lado e fenecer, de cada vez que o Yannick Djaló tem a bola nos pés.

Karvela (once you go black, Lucy…)


** Visto aqui... true story!
Coisas que aprendi com os filmes Che (um e dois!)

Que o Che, mesmo na guerrilha, conseguia ter objectos menos danificados que os meus. Vide relógio, que estava um mimo mesmo depois de mais de 200 dias na guerrilha boliviana.
Que o Che era tão asmático que se em vez de balas tivessem soltado gatos ele morria instantaneamente e/ou era descoberto pelo camadão de pieira que a bicheza certamente lhe provocaria.

Karvela
Aquí se queda la clara
La entrañable transparencia
De tu querida presencia
Comandante Che Guevara

segunda-feira, agosto 24, 2009

Night time is the right time to pee

Ahhhh, uma vez mais a experiência do campo. Ora se há gente que vai para o campo para ter essa experiência certamente nunca passou pelo bonito e aconchegante momento da urina aleatória contra uma parede.

Estou a passear o Óscar nas traseiras da minha casa, são 20h45, já está lusco-fusco (cinco, sete minutos...) e um senhor da terra passa por mim, do outro lado da rua. Como não me viu não sei, até porque a avenida não é larga; mas não me disse "boa noite" por isso parti do pressuposto que estava com os seus pensamentos e continuei a passear o Doutor. Ora, esta avenida é composta de metade alcatrão metade terra selvagem. O senhor vem da zona do alcatrão, chega ao limite da terra selvagem e eu penso "mas onde é que este gajo vai às escuras?".

Pois o senhor mira a parede durante uns segundos e procede com a abertura da braguilha seguida da retirada peniana e do início da urinação. De costas para mim, faço o melhor para que o vento esteja sob os meus pés e avance lesta; rezo para que o Óscar não ladre ou fuja.

Mas, no fim, mesmo já quase fora do alcance de vista, não resisto, lanço uma tossezinha mete-nojo e fujo para casa.

Mas os homens não têm auto-controlo? Uma gaja quando tem vontade na rua urina-se para dentro da mala!

Karvela

sexta-feira, agosto 21, 2009

Norad

Enquanto espero no centro de saúde - não estava doente antes de cá
chegar mas agora estou pelo menos surda porque há aqui uma senhora que
parece uma buzina - envio mail para o blog mostrando a desgraça que
está a minha sala.

quinta-feira, agosto 20, 2009

À noite, só à noite é que ele diz bacoradas

"Estas bolachas são feitas com a massa dos palitos de rennie, não são?"

Karvela (mas chegou a "la reine", sozinho... eventualmente)

terça-feira, agosto 18, 2009

Frankenputer

O meu portátil normal está em obras por isso estou neste momento a trabalhar com o portátil pequenino. A minha mesa da sala parece o NORAD: o portátil está em cima de uma placa de arrefecimento, que por sua vez está ligada a uma extensão de USB na qual se encontram um iPod e uma pen; ligado a outra saída USB está um teclado que faz dois do portátil (já agora apanhava uma carga de tendinite... era o que faltava!); ligado a outra saída, um rato.

O meu pai disse que, se eu estivesse aqui muitas horas, me emprestava um monitor antigo que tem em casa. Mas eu recusei. Tenho receio de lançar um míssil.

Karvela

sexta-feira, agosto 14, 2009

Ó Almeida...!

Hoje lembrei-me do quão hilariante era para mim, quando tinha uns 13 anos, a rima de Almeida com peida. Quando o Miguel Vale de Almeida se mudou do BE para o PS fiz rimas muito giras na minha cabeça.

Karvela

quinta-feira, agosto 13, 2009

I think I have laptop AIDS...

Sabeis uma coisa que funciona melhor do que pensar em fazer backups? É fazer backups.

Terei o meu rico Pavilion de volta dentro de 12 dias.

Karvela

terça-feira, agosto 11, 2009

Gather round, children. It's a follow-up post

Não sei se se lembram deste post mas eu recapitulo: quando trabalhava noutro local que não envolvia bolsas de estudos era paga quando calhava. Uma das facturas que enviei para os meus pagadores (em troca do belo recibo verde) desapareceu e eu passei-me com o senhor da contabilidade, que se borrifou para o facto de lhe estar a pedir em Março para me pagar os meses de Outubro a Dezembro do ano anterior. Pois essa factura continuou desaparecida, tendo o assunto sido resolvido em Maio. E sabeis quando recebi os meses de Janeiro a Junho? Hoje.
Agora tenho a conta bancária num brinquinho mas, com o cuidado que o Estado teve com o bem-estar de alguém que trabalhou para eles sem receber, escrevo-vos nua e morta debaixo da ponte porque desde Outubro do ano passado que não como, não pago a renda e não cumpro regras socialmente aceitáveis como andar vestida. Tá certo.
E se o kramer não fosse milionário? Quem é que suportava as despesas da criadage?

Karvela
Keep Manhattan, just give me the countryside

As alegrias de ser bolseira a viver num ambiente ainda semi-rural são muitas e frequentes. Exemplo: no domingo fui aos figos, subi às figueiras, comi fruta directamente da árvore. Exemplo: a minha banda sonora à noite enquanto adormeço é nada. Tipo zero. Nada.
Há mais. Depois digo.

O reverso vivi hoje, por duas vezes, no curto período que saí à rua.

Cenário: Mercado local.
Vizinha que já me viu várias vezes a horas impróprias para uma pessoa que trabalhe e essas coisas: Passe à minha frente, que de certeza que tem que ir trabalhar!
Karvela: Não, deixe lá, não tenho pressa.
E calmamente escolho a fruta, converso com a vendedora, repito que não tenho pressa. A vizinha olha para mim, interrogando-se acerca do porquê desta falta de pressa, das razões da calma.

Cenário: a minha rua
Outra vizinha, esta mais simpática mas que hoje se passou da marmita: Então, quando é que tens um destes? (apontando para a bisneta)
Karvela: Qualquer dia. Não tenho pressa.
Ora, "qualquer dia" teria sido uma resposta perfeitamente aceitável. Mas não, tive que repetir a frase "não tenho pressa", o que desencadeou uma nova série de sentimentos
Outra vizinha, esta mais simpática mas que hoje se passou da marmita: Ah, mas muito velha também não pode ser...
Karvela: Imagine lá que eu não posso ter filhos. Isto nunca se sabe não é?

15 minutos de passeio nesta terra equivalem, portanto, a que a partir de hoje eu seja uma desempregada infértil. Aguardam-se momentos interessantes de comiseração junto da minha mãe.

Karvela

Uma espécie de silogismo mas ao contrário

Os cartazes nada demagógicos do cds-pp perguntam-nos se é justo os
criminosos terem mais direitos que os polícias. Não. Se é justo haver
rendimento mínimo para quem não quer trabalhar. Não. Só posso
depreender que o mais justo nestas eleições é escrever um não na
cruzinha do cds-pp.

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segunda-feira, agosto 10, 2009

Uma espécie de silogismo mas ao contrário

Os cartazes nada demagógicos do cds-pp perguntam-nos se é justo os
criminosos terem mais direitos que os polícias. Não. Se é justo haver
rendimento mínimo para quem não quer trabalhar. Não. Só posso
depreender que o mais justo nestas eleições é escrever um não na
cruzinha do cds-pp.

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domingo, agosto 09, 2009

A entrada nos 30 anos
Ou
Daqui para a frente só pode melhorar


Sexta-feira, dia 7
O dia do aniversário


Sardinhada e franganada, festas familiares baseadas em comida e em falar na Karvela bebé. O costume, o ritual, algo que me faz muita falta e me lava a alma para o resto do ano.

Até aqui tudo bem.

Sábado, dia 8
O dia da segunda festa


Depois de um agradabilíssimo jantar no Aya Bistrot com os amigos gastronomicamente aventureiros, vamos para onde? Olha, já que TODA A GENTE está de férias em Agosto e só um dos meus 15 convites deu resultado, e mesmo assim acabei por me desencontrar dela, vamos mas é para o Casino enfrascar-nos e jogar.

Voltinha pelo Casino, um cosmopolitan para começar a noite, vamos mas é sentar naquele bar rotativo. Entra em palco Ana Brito e Cunha a fazer stand-up comedy.

A Ana Brito e Cunha é, e vou socorrer-me desta página para a descrição:
Ana Brito e Cunha nasceu em 1975 e desde sempre se interessou pelo movimento e pela arte da representação. Participou em diversos workshops de teatro, técnicas de cinema e televisão, dança jazz e voz e pratica patinagem, equitação, danças sevilhanas e flamenco.

Logo aqui podemos ver o talento da petiz. Fez o Conservatório? Nahhh, isso dá muito trabalho. Tem interesse e fez workshops. É que se ainda tivesse talento talvez o Conservatório pudesse ser dispensado. Mas nem isso, senhores. É uma amadora constrangedora. O que podia ser o título de uma música dos Enapá 2000. Amadora constrangedora/ escreves piadas, sim senhora/ mas és má, má má.


E ontem o que fez foi o “Super Mulher”, cuja sinopse é:
Ana Brito e Cunha faz rir muito a sério com as duras realidades do dia-a-dia de uma mulher igual a tantas outras com que nos cruzamos nos seus papéis de colegas, amigas, filhas, mães... enfim, de SUPER MULHER! Os monólogos enérgicos, mas recheados de ternura, conseguem traduzir de forma brilhante as pequenas misérias e também as grandes lutas quotidianas das mulheres. Super-Mulher, um espectáculo recheado de humor feminino... para todos os públicos!

Faz rir a sério de nervos! Ouvir piadas velhas é como comer ovos fora de prazo. Até se comem, mas aquilo fica-se cá com umas ansiedades porque a malta sabe que algo está errado mas agora já estamos ali sentados a comer o bolo, por isso arrisca-se. E se gritar alto ao micro significa monólogos enérgicos está certo.

Os teóricos presentes no casino ontem à noite dividiram-se acerca da identidade da Ana Brito e Cunha:
“É uma que tem uma irmã” (Black Sheep);
“É uma que já foi gorda” (Karvela);
“Quem?” (Todos os outros).

O stand-up da Ana Brito e Cunha resumiu-se a piadas gastas – e gritadas bem alto e com voz de bagaço – sobre orgasmos, sobre loiras, call centers (cujos funcionários eram claramente de origem africana e só isso merecia que alguém subisse ao palco e lhe desse uma chapada nas mamas), sobre funcionários públicos (que era metade da nossa mesa), sobre as mulheres terem que ser mães, amantes, amigas, esposas… e sobre outras coisas que:
a) não percebemos porque ela tem a dicção de um aluno da escola Helen Keller
b) não ouvimos porque estávamos a gozar com a Ana Brito e Cunha

Faltou a piada sobre benfiquistas e sportinguistas e alusões aos aviões terem lugares muito pequeninos e talheres muito pequeninos.

O aplauso que conseguiu naquela noite foi quando disse umas palavras sobre o Raul Solnado (props pró senhor). Nem quando disse a frase final “É pena que não tenham gostado” conseguiu aquilo que queria: um aplauso de misericórdia como quem diz “não amiga, estiveste muito bem… eu própria quando faço figuras de ursa no meu trabalho sou aplaudida de pé pelo chefe e colegas… vai lá comer um ensopado de borrego para seis e chorar, vai…”

Pontos altos da noite:
- Canibal pergunta à senhora que nos trouxe as bebidas se a Ana Brito e Cunha sabia que tinha um microfone.
- Eduardo Beauté com dois boy toys na mesa ao lado a ouvir os piropos com que brindámos a artista.
- Black Sheep a gritar “NÃO!” bem alto quando percebeu que a música não significava o fim da Super Mulher mas sim a transição para outro sketch.
- Olhar à volta e ver que ninguém – mas ninguém – se estava a rir.

Perante isto o que posso esperar para os 30 anos? Só coisas boas porque nada pode superar o ponto baixo atingido com o monólogo da Ana Brito e Cunha. Eu posso apanhar meio litro de sida, ficar de quarentena com a gripe A e o kramer sair de casa para se juntar com um cantoneiro da Câmara… e ainda assim não vou ter tanta vontade de me abraçar a uma bomba e explodir-me no cacilheiro como ontem à noite.

Valeu a acidez partilhada da companhia. E a promoção de cocktails que o Casino tem depois da meia-noite.

Karvela

quinta-feira, agosto 06, 2009

Pensamentos fundos

Será que os homens já meio carecas em crise de meia idade a conduzir
um descapotável a 100 km/h estão em tal negação que não se apercebem
que o vento lhes está a levar o escalpe?

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terça-feira, agosto 04, 2009

Grandes resoluções dos 30 anos
Dia 1

Querido blog,

Ontem despedi-me do McDonald's por tempo indeterminado. Hoje fui ao ginásio pela primeira vez em dois anos. Acho que perdi a vontade de viver, mas aquilo é giro. Entretanto estou esfomeada mas como só tenho fruta e iogurtes no frigorífico acabei a comer ameixas. Era isso ou maionese. Hoje também almocei saudável e vou jantar saudável. Meto-me nojo.

Agora vou parar de escrever que estou a sujar o teclado com maionese. Ameixas!

Karvela

domingo, agosto 02, 2009

Algumas fotos de Cuba






Karvela
Credível e eficiente

O prolongado silêncio deve-se ao facto de nos últimos dias ter estado enrolada sobre mim mesma, na ala sul da mansão, a chorar convulsivamente por estar a sair dos vintes, essa década que fez tanto por mim e da qual vou ter saudades.

Isto dos trinta anos tem que se lhe diga. Especialmente porque eu não me sinto com 30 anos… e nem estou a falar de idade mental, que isso está ao nível dos 7, 8 anos. Nah, tem a ver com o aspecto físico, com a roupa, com a aparência que ainda persiste… e essa aparência é de uma pessoa que ainda não é adulta. Para mais, sofro neste momento de uma invisibilidade relativa, que é o facto de não ser suficientemente nova para ouvir piropos nem suficientemente velha para me notarem como estando muito bem para a idade.

Este ano, em férias, tive a nítida sensação que conversava com pessoas com pouco mais idade do que eu, e todos exibiam uma certa pose, uma certa seriedade, que lhes dava efectivamente o ar de adultos credíveis. Enquanto eles estavam lá no canto a ser credíveis e eficientes eu estava de totós no meio da água a esbardalhar-me numa bóia amarela fluorescente. Uma gigante intelectual, portanto.

Depois há as provas físicas. A minha roupa habitual é significativamente casual. Calças de ganga ou, se de tecido, pretas básicas ou com bolsos de lado. Tops – acho que já cheguei a um triplo dígito de tops – e t-shirts e outras coisas da Bershka e da Stradivarius, desde que se possa comprar barato nos saldos e ter em várias cores. E três ou quatro peças melhores, uns vestidos, umas camisas de bom corte para eventos. E onde estão as trintonas que se vestem assim? Em lado nenhum na cultura popular, fonte última de toda a verdade. A Gisele Bundchen tem menos um ano do que eu, a Eva Longoria, a Angelina Jolie e a Charlize Theron têm mais quatro, a Claire Danes e a Pink são de 79, mas todas parecem ter uma mesma idade colectiva, que é a idade adulta.

Não estou com particular pressa de lá chegar, de ouvir chamar senhora em vez de menina, mas aos 20 achei que daí a uns anos pareceria mais crescida e, até ver, só cresci para os lados. Cá estarei nas vésperas de fazer 40 a queixar-me das rugas e da juventude perdida.

Karvela (7 de Agosto is the day, bitches!)